| Americanos
estão prestes a morrer
Guerras,
conflitos, doenças, insegurança ou problemas políticos,
não são as únicas preocupações
dos nortes-americanos, pois o mal pode estar mais perto, e sim,
ainda ter um “sabor” gostoso.
Nos
mês de maio de 2002, os economistas Darius Lakdawalla, da
RAND Corp., em Santa Mônica (Califórnia), e Tomas Philipson,
da Universidade de Chicago, afirmam que a inatividade junto com
os avanços da tecnologia, promoveram o aumento da obesidade
entre os americanos.
O
gostoso “sabor” de comer bem, ou de forma mais fácil
e prática, ou até mesmo, o conforto de quanto menos
fazer “esforços físicos”, se podemos chamar
de “esforço” as rotinas como: subir e descer
escada, levantar para trocar de canal na TV, girar a maçaneta
do veiculo para fechar o vidro, atividades exercidas dentro do âmbito
do trabalho e muito mais...
Já
é fato que 60% dos norte-americanos estão acima do
peso e um quarto é obeso, que aumenta conseqüentemente
o risco de doenças, como: diabetes, cardiovasculares e até
mesmo o câncer. Segundo, Darius Lakdawalla esta grande preocupação
deveria estar entre os legisladores.
A
150 anos atrás os americanos pesavam entre 11 a 13 quilos
à menos que hoje, e funcionários que passam sua vida
em empregos inativos podem ficar com mais 3,3 unidades de IMC (índice
de massa corporal) do que outra pessoa em um emprego bastante ativo.
Estatisticamente,
com dados de diversas fontes, os economistas concluíram que
cerca de 40% do aumento do peso nas décadas de 80 e 90 parece
ser devido a uma queda nos custos de alimentos, provido da inovação
tecnológica na agricultura, e 60% podem ser causados por
um declínio nas atividades físicas do trabalho.
Por
isso, ATENÇÃO pequenas alterações nas
rotinas durante a vida e cultivo de hábitos mais saudáveis,
refletirá futuramente em melhores condições
na vida, prorrogando-a. Quer morrer? Então MORRA, mas de:
Alegria, Felicidade e Prazer de desfrutar a VIDA até o último
momento.
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